domingo, 22 de novembro de 2009

Lua Nova

Primeiramente, devo dizer que, como fã confessa da saga "Crepúsculo", a atividade de resenhar o segundo filme da série me é um enorme perjúrio, visto que descobri ser impossível manter os lados "fã" e "crítica" juntos na minha mente ao mesmo tempo. Portanto, não se assuste se essa for a primeira (ou única) crítica vagamente positiva que ler.

Muitos se perguntam, "o filme é mesmo essa bomba toda?". Não, não é, tampouco é a Coca-Cola que esperávamos. "Lua Nova" consegue ser um meio termo para as espectativas gerais, dá um banho em seu antecessor, "Crepúsculo", e - aposto eu - tomará uma surra indescritível de seu sucessor, "Eclipse".

No aniversário de Bella Swan (Kirsten Stewart), a família Cullen lhe organiza uma festa. Mas, como esperado, algo dá errado: ela se corta com um embrulho e o "caçula" Jasper se descontrola. Por isso, o vampirão Edward "Purpurina" Cullen (Robert Pattinson) usa a tática da psiocologia inversa para convencer sua namoradinha mortal de que se separarem é a coisa certa a se fazer. Porém, o tempo passa e Bella só se "cicatriza" meses depois, convivendo com Jacob Black (Taylor Lautner), um lobisomem (!). Porém, Edward (numa favelinha de araque em algum ponto do Rio de Janeiro) recebe a equivocada notícia de um funeral em Forks e logo conclui que é de sua amada, portanto parte para Volterra, na Itália, para tentar o suicídio irritando os Volturi, a "Karma Police" dos vampiros. E, no meio disso, há muita coisa importante que eu não vou deixar de lado.

Amei os pesadelos. Talvez seja porque eu tenha lá minhas tendências masoquistas (not). Mas, honestamente, fiquei pensando: "se Kirsten conseguir gritar assim tão alto no 4º filme, quando estiver parindo uma meia-vampira, vai ser PERFEITO".

Alguns personagens - como esperado - basicamente caíram de pára-quedas, como Harry Clearwater, e os lobisomens Paul e Jared. Outros, tal qual Sue, Seth e Leah, nem deram as caras. Com 2h40 de projeção, tiveram tempo e roteiro de sobra para introduzir tudo e todos. Poderia ter sido melhor? Sem dúvidas. Mas foi suficiente e não ficou forçado (aprenda, "Harry Potter").

Não importa o que as fãs histéricas do britânico Pattinson digam, vou sempre achar que ele atua com a testa. Dá a impressão de que ele está lendo suas falas. Ridículo. Kirsten Stewart não fica atrás, com sua constante cara de sofrimento, mesmo quando deveria estar feliz (cara, essa, que vem MUITO a calhar no ambiente do filme). Já Taylor Lautner é o fiozinho de esperança que ilumina o trio principal, conseguindo ser mais que só um tanquinho do Wolfpack...

O elenco secundário é outro tesouro escondido sob todo o hype dado a Stewart e Pattinson, principalmente os personagens Alice (Ashley Greene) e Jasper (Jackson Rathbone), cujos intérpretes são excelentes e totalmente subaproveitados.

Rachelle Lefevre? Oi? Não foi a Bryce Dallas Howard que a substituiu nesse filme na pele da vampiranha Victoria? Anyway, a sequência na floresta, "explicando" (cof, cof, sei) o ataque cardíaco do Harry, ao som de Thom Yorke, foi awesome. Ótimo trabalho.

Esperava bem mais dos Volturi. Aro (Michael Sheen) é ótimo fazendo qualquer coisa (menos o Tony Blair DE NOVO, né?), mas ficou um tanto caricato. Caius (Jamie Campbell Bower) e Marcus (Christopher Heyerdahl) pareciam duas bonequinhas de porcelana enfeitando a cena. Nem vi a presença do Alec (Cameron Bright) . Só mesmo Jane (Dakota Fanning) para me surpreender, mesmo eu sabendo o que aconteceria. Escola de Atuação Dakota Fanning, por favor, recrute Robert Pattinson. Ah, é. Demetri (Charlie Bewley) e Felix (Daniel Cudmore) também conseguiram me assustar um pouquinho.

Só gostei do Wolfpack por andarem o tempo todo sem camisa. Seriously.

As referências, claras e óbvias, ao romance máximo do inglês William Shakespeare, "Romeu e Julieta", variam desde o livro e o filme - que aparecem diretamente - até o Jake jogando pedrinhas na janela de Bella. As insinuações sexuais "nas entrelinhas", porém, vão a um nível tão absurdamente alto que eu dou graças a Deus pelas poucas crianças presentes na mesma sala do cinema que eu serem da mais tenra idade, incapazes de compreenderem.

Algumas explicações foram furadas e esdrúxulas, como o motivo (terrível e furado) para as narrações da Bella. Porém, no final das contas, o filme acabou encaixando tudo como devia. Ao contrário do anterior, não deu a impressão de ser um episódio piloto de uma série porcaria do midseason (a certo ponto, a personagem Jessica até faz piadinha com isso), mas parece MESMO ser um filme, e isso é um enorme avanço.

O roteiro, apesar de ser lento e arrastado na maior parte do tempo, sabe a hora certa de mudar a marcha. Cenas de luta são detalhistas, bem feitas (apesar do orçamento pequeno para um blockbuster) e ótimas, tensas na medida certa. As falas certas estavam com o spersonagens certos, não houveram exageros demasiados, porém as falhas que haviam eram tão absurdas, óbvias e tangíveis, que até os próprios personagens riam.

Os efeitos... Bom, alguns foram meio exagerados. Os lobos, por exemplo, estavam meio estranhos. Esperava uma coisa mais emocionante, tipos um Van Helsing. Ainda assim, as sequências de luta foram ótimas, mesmo com o "efeito teletransporte" a la Star Trek da briga entre Edward e Demetri.Também não dearraparam feio na maquiagem, como eu esperava. Os vampiros pareciam VIVOS, dessa vez. E nem me deixem PENSAR na quantia absurda que deve ter sido gasta em lentes de contato para esse filme.

Em certos pontos, a trilha sonora chegava a ser melhor que o filme em si, tanto a instrumental quanto a musical. Com uma playlist que varia de Death Cab For Cutie até Kelly Clarkson, passando por Thom Yorke e Muse; o roteiro e a direção sabem quando o filme começa a derrapar e logo ativam a música para dar um tom mais interessante. Juro que, quando ouvi Bella falar para Edward "I belong with you", tocou em algum lugar da minha mente e música da Taylor Swift quase homônima.

Chris Weitz, parabéns. Você aprendeu MUITA COISA com a porcaria que fez com "Bússola de Ouro".

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Remember Me

Sim, eu ando sumida. Como adolescente e, por conseguinte, estudante, algumas prioridades pendentes minhas tiveram de ser resolvidas (leia-se "estou me focando em tirar nota decente em matemática"). Contudo, voltei com a corda toda e um trailer de um filme que entrou para a minha lista de "Must See" em questão de segundos.

O filme se chama "Remember Me" e é estrelado pelo Robert Pattinson, ou o vampirão galã de Crepúsculo Edward Cullen, assim como pela minha "ídala" Emilie "Claire" de Ravin, de "Lost". Tem também o charmoso, irresistível e amado Pierce Brosnan, eterno 007.

O personagem do famigerado Rob é um jovem de 21 anos que tenta reestruturar a sua família (cujo patriarca é o Brosnan, Pierce Brosnan) após o suicídio do seu irmão. Ele, aliás, acaba se envolvendo em uma briga de rua e é preso pelo pai da Claire personagem da Emilie, que aliás estuda faz algumas aulas com ele. Mundinho pequeno, né?

Vejam só o trailer e as minhas fotos preferidas (só para matar a Kirsten Stewart de inveja #fato):



Quem precisa de Claire? Agora é só esperarmos Kristen Stewart e Dominic Monaghan se pegarem em algum episódio desconhecido e nonsense de Flashforward.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Three Rivers 1x01 Pilot

Assim como "The Beautiful Life", Three Rivers começou já cheirando a cancelamento, com uma audiência incrivelmente medíocre e uma trama curiosa, porém não muito desevolvida nesse episódio piloto.

A história gira em torno do dr. Andy Yablonski, o melhor cirurgião da área de transplantes do hospital Three Rivers, o melhor dos EUA em se tratando da especialização de Andy. O protagonista, interpretado por Alex O'Loughlin (Moonlight, Criminal Minds) é o líder da equipe que constitiu o (reles) resto do elenco, constituídos por a Dra. Miranda Foster, Dr. David Lee, Dra. Sophia Jordan, Ryan Acosta e Pam Abbott, todos reles coadjuvantes perto do talento de Alex, a única luz no fim do túnel bem breve da série.

A maior falha da série é o roteiro, que mais assemelha-se ao de uma série policial que de uma médica. Afinal, é a CBS, a emissora que tem os procedurals mais assistidos e famosos dos EUA, as falhou feio em todas as tentativas de emplacar uma série médica. O início do episódio muito me lembrou Criminal Minds, em que vemos as "vítimas" antes ds profilers.

O piloto foi, na medida do esperado, até bom. Episódios pilotos geralmente são demasiado didáticos, como esse foi. Mas alguns bons momentos compensaram, como as cenas do estabanado estagiário Ryan e Andy comendo rosquinhas, ao melhor estilo policial...

O ponto fraco da série em relação à audiência é a falta de marketing, ainda que isso não afete. A já citada The Beautiful Life teve um dos maiores marketings atuais, e não vingou nem graças a Misha Barton... Portanto, divulguem!

No mais, não sou lá tão fã de séries médicas. Sou fã devota de Grey's Anatomy, ams abandonei House na 4ª temporada, e só vejo E.R. pela Warner e quando dá. Portanto, espero que a série vingue e não se junte a TBL no limbo das estréias de 2009/2010.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Cougar Town 1x02 Into The Great Wide Open

Ainda não entendi como é que tem tanta gente criticando e reclamando da série. Ás vezes, tenho que desligar o modo "blogueira crítica" e ligar o modo "Sessão da tarde" para ver Cougar Town e outras séries.
O primeiro episódio foi, na minha opinião o suficiente para me entreter em 40 minutos. Mas esse episódio não só foi ótimo cmo teve um destaque bacaníssimo para as amigas de Jules, Laurie e Ellie, que aliás são o 'pilar" da série, já que o único charme a protagonista é ser a Monica de Friends.
Primeiro, falando em "Friends", a cena da cozinha de Jules sendo "invadida" por ex-marido, melhor amiga, bebê e marido, e o filho lembrou bastante a série dos amigos do Central Perk. Com todos contando uma história de sua juventude, eu realmente duvido que Jules nao tenha uma. Todo mundo tem... E, afinal, se ela teve um filho lá pela tantas dos seus 20 aninhos, isso dá margem perfeita para a interpretação de que não era nenhuma santinha...
Adoro Dan Byrd. Ele está basatnte canastrão interpretando um personagem quase dez anos mais novo, ainda que seu personagem de sucesso mais velho tenha sido Bobby Carter em "Viagem Maldita", mas é uma das melhores coisas da série. Sua dinâmica com o pai pateta é simplesmente genial, como na cena em que foi "se vingar" do porteiro com um extintor, e resolveu "dar no pé" esquecendo que o carrinho era de golfe e não fórmula 1.
E o que foi aquela cena das fotos ao som de "Single Ladies"? Segunda melhor cena da temporada com uma música (porque a primeira é o time de Glee dançando a mesma música num jogo), definitivamente. Se não me engano, foi uam referência ao filme "Se Beber, Não Case", cuja cena final foi a sequência das fotos da despedida de solteiro ao som de "Right Round".
A relação de Jules com Ellie foi abalada pelo comentário da colega de que ela parecia ridícula ndando com homens mais jovens. E quem duvida que será assim a abordagem no próximo episódio?

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cougar Town 1x01 Pilot


Muita gente chiou, muita gente não gostou, muita gente comparou a “Old Christine”. Como, creio eu, não me encaixo em definições pluralistas como a que eu própria usei, adorei Cougar Town e não foi só pela presença de Courteney Cox, a eterna Monica Geller-Bing de “Friends”.
Courteney interpreta Jules, uma quarentona divorciada que resolve tirar o atraso saindo com homens (bem) mais jovens. Quando finalmente sai de casa – arrastada pela amiga e sócia Lauren - , conhece Matt, que, conforme o “planejado”, é um rapaz bem mais jovem que a protagonista, e o resto... Bem, é o previsível e esperado.

O piloto, ao contrário da maioria dos pilotos, não pesa no didatismo, e não explica todos os tópicos da vida de Jules detalhadamente. Dá-nos o basicão, o que precisamos para compreender o piloto, mas deixa detalhes e demais coisas para o longo da temporada, o que é um forte ponto positivo.

Há, ainda, a peculiar relação entre Jules e seu filho adolescente, Travis, interpretado por Dan Byrd, o Justin Tolchuck da legalzinha e cancelada “Aliens in America”. Travis não só é o personagem aparentemente mais sensato do elenco, como também pode ser o adolescente clichê que só quer ter uma família normal, ou mesmo o filho protetor, em cuja relação com a mãe os papéis se invertem (a exemplo de Bella Cullen, da série literária “Crepúsculo”).

Há, ainda, os dois homens de Jules: Bobby e Grayson. Bobby é o lesado ex-marido de Jules, um roqueiro que passou os 20 anos de casamento tentando entrar em turnê com sua banda. Já Grayson é o vizinho de Jules, também divorciado e quarentão, que vive pegando garotas com menos da metade da idade dele, e que desafia Jules a ficar com um homem mais jovem.

O mais importante da série é que é verossímil. As situações não chegam ao nível de vergonha alheia, e as risadas que arrancam não são forçadas por uma platéia de sitcom. Situações descritas são tão normais que poderiam acontecer a qualquer um dos espectadores: crise de meia-idade, namoros com gente mais nova, problemas conjugais, entre outras coisas.

É por essas e outras que Cougar Town me conquistou...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Bones 5x01 Harbingers in the Fountain

Atrasadíssima, mas a review saiu. Bones voltou de seu glamouroso quarto season finale para um quinto season premiere brilhante, com a iniciação do tão aguardado "romance" entre Seeley Booth e Temperance "Bones" Brennan.

Seis semanas depois de ter acordado do coma pela remoção do tumor cerebral a la Izzie que descobrimos no 5x25, Booth está pronto para voltar ao trabalho, e Bones volta de uma viagem à Guatemala. Já no início do epi, Angela a leva para ver sua vidente, uma tal Avalon, que é interpretada por ninguém mais ninguém menos que Cyndi Lauper.

Avalon parece ler a mente de Brennan e, com seus "poderes sobrenaturais", também descobre uma porção de corpos debaixo de uma fonte. Um desses corpos era o de sua irmã caçula, o que a tornou uma suspeita instantânea.

Mas até a participação graciosa e aguardada de Cyndi Lauper foi ofuscada pela loucura shipper os dois protagonistas. E a cena em que Booth se declarou foi a coisa mais fofa da televisão nos últimos episódios. A equipe no entanto, acaba por se dividir sob o questionamento de Booth em declarar-se honestamente ou não para Brennan.

Sweets, assumindo a postura de racional e correto que Zack teria, acredita piamente que Booth NÃO está apaixonado por Brennan e que é um efeito da cirurgia, bastante negativo, seja para o cérebro do agente federal ou para as emoções da antropóloga forense.

Cam, mais emotiva e, hã, "normal" (pelo ponto de vista apaixonado de alguém como Booth), apóia a decisão de Booth de se declarar para ela, pois acredita que Seeley é capaz de saber o que faz, perante a clara possibilidade de partir o coração da amiga/amada. E Cyndi Lauper foi o anjo cupido que juntu os dois, ó que fofo *-*

Episódio cheio de falhas? Sim, REPLETO aliás. Mas quem se importa quando se tem a realização de muitos fãs shippers?

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Glee 1x02 Showmance



Sabe quando você assiste a um episódio e se identifica com TUDO ali? Os personagens angustiados, o clima conflituoso e, nesse caso, a música, afetaram ainda mais meu mega duvidoso estado de garota-adolescente-apaixonada-pelo-melhor-amigo, no melhor estilo Rachel Berry. Portanto, não esperem uma review imparcial e mega-crítica. Vou meio que afundar as mágoas subliminarmente nesse texto...

Um dos artifícios mais atraentes e mais usdos de séries teens são, propositonalmente, romances. Uns funcionam, outros nem tanto, o resto de jeito nenhum. Pela primeira vez em muito tempo (tá, nem tanto) vi uma série com uma boa horda de casais e quase todos convincentes. Exceto, é claro, o composto por Will Schuester e sua esposa ridicularmente mesquinha e chata. Precisa comentar? Não? Sabia.

No desespero para ajudar o Glee Club, Rachel e Finn tiraram fotocópias dos flyers que montaram (só eu vi a Kelly Clarkson lá?) e foram, hã, "apreendidos" pela professora-capeta Sue Sylvester, numa tentativa infundada de destruir o Glee Club. De todas as estratégias dela, a de colocar "espiãs" no Clyub não é só absurdamente óbvia como absurdamente funcional. Mas duvido que a cheerleader patricinha vá conseguir o Finn de volta, porque ele é da Rachel, e ponto.
As músicas foram simplemente o melhor de um episódio fantástico. Morra, High School Musical. Zack Efron, Vanessa Hudgens e Ashley Tisdale que sejam esquecidos no limbo, por mim (se bem que a última é a única capaz de cantar sem estragar a vontade das pessoas de ouvir o resto do CD). Me surpreende que Glee ainda não tenha se tornado um hit entre os adolescentes por aqui...
A versão deles de "Gold Digger" foi muito cool. Melhor que a original, arrisco dizer. Já a "Take a Bow" em versão de Rachel faz Rihanna parecer só mais um rostinho bonito. A música que cantaram em grupo (cujo nome não me lembro, sorry) foi simplesmente genial. Quando Berry disse que iriam dar ao povo o que o povo queria (nesse caso, sexo) podia jurar que iriam cantar George Michael. Teria me sentido até melhor se soubesse a letra, mas encaixou-se perfeitamente no contexto dos relacionamentos.
Sobre Rachel e Finn, não posso deixar de fazer uma comparação com o triângulo Meredith - McDreamy - Addison em Grey's Anatomy. Finn tem um comprometimento com a cheerleader bitch (cujo nome eu esqueci, pfff), mas obviamente gosta de Rachel. E Rachel gosta dele tão desesperadamente que até tenta se inscrever pra cheerleader. E o beijo, foi simplesmente a coisa mais cute do episódio, que estava recheado de coisas cute. Interrompido esquisitamente, mas cute (queria um, mas minha determinação é limitada).
Já o quase-envolvimento de Will com a psicóloga com TOC (outra cujo nome eu esqueci) foi simplesmente a única coisa que me fez esquecer que ele estava um baita mala neste episódio. Além de punir (injustamente) Rachel, estava totalmente submisso à esposa maluca, ou seja - sob o controle de praticamente todos à sua volta, exceto talvez pela professora-terror.
Mas, bem, essas são só as divagações de uma mente shipper afetada pela imagem latente do amigo fofo que lhe dá bola. E vocês, o que acharam desse episódio?
P.S.: A professora-diabo interpretada pela Jane Lynch, mãe do Reid em Criminal Mnds, muito me lembra minha terrível professoa Regina. (vixi)
P.S.2: O Finn muito me lembra uma pessoa chamada Guilherme que, assim como Rachel quer que o quarterback seja para ela mais que o solista do Glee Club que canta com ela, eu quero que ele seja mais que o colega de sala (se ler isso, por favor manifeste-se - not)