Bom, depois de séculos de uma vida extremamente monótona (foram meses, mas se você aguentar o que eu aguentei vai parecer uma eternidade), finalmente econtrei inspiração para voltar aqui e dialogar um pouquinho. Ou encontrei é tempo, escolham o que quiserem.
Como faz um bom tempinho que não escrevo textos decentes aqui, vou dar um update para vocês, meus caros (dois) leitores...
1) Show do Paramore em BH → Se alguém aí tem pai ou mãe ranzinza que não te deixa ir em shows, é porque os seus avôs ou avós foram igualmete ignorants (trocdilho podre do século) e não deixaram seus pais vivenciarem uma coisa assim tão incrível durante a adolescência deles. Josh e Zac quem? Foi incrível e não precisamos dos pseudo-Gallagher brothers, quer dizer, Farro brothers, pra absolutamente NADA. Who cares? Tivemos Justin York, brilhando lindo lá do seu cantinho com Jon Howard, e Josh Freese, um dos melhores bateristas do mundo ("O" melhor, se desconsiderarmos o finado Keith Moon). E isso só para complementar Hayley Williams, dando um completo novo significado às palavras "lead singer e "entertainer"; Jeremy Davis, tão majestoso e carismático que arrancava quase tantos suspiros e gritinhos entre o público feminino do Chevrolet Hall quanto as menininhas do Restart fazem entre suas fãs acéfalas; e Taylor York, com uma alegria indefinível estampada no rosto, maravilhado de finalmente poder ter liberdade tanto nos bastidores quanto no palco, finalmente tocando os solos divinos de múscas como "Decode" e "Ignorance", de finalmente poder fazer o Pressure flip e ouvir todo mundo gritando o nome dele antes do solo de "Misery Business", de enfim poder compor tudo o que estava guardado dentro de seu coração e sua mente por tanto tempo, sem ter que englir frescuras do Josh. Afinal, foi isso que "In The Mourning" simbolizou e que "Monster" será - ou vocês realmente acham que é só Hayley quem se sente assim em relação à "traição" de Josh e Zac? Sinto que o próximo álbum vai ser simpesmente muito bom. E sinto também que algum dia eu vou ter criativdade (e tempo) suficente para escrever uma resenha decente sobre esse momento que defintivamente tornou minha adolescência e minha moradia na capital de Minas Gerais bem mais feliz.
2) Meu purgatório particular → Escola. Precisa dizer mais? Quatro recuperações e preciso dizer, nunca senti tanta vergonha de mim mesma. Pior ainda é ter prova de recuperação segunda, terça, quarta, e quinta já terei duas provas do 2º trimestre, mais uma de brinde sábado. Devo ter pregado chiclete na cruz e agora estou pagando, é isso.
3) Dia dos Namorados → Raise your glass quem aí também vai passar esse dia na base da pipoca e Coca-Cola, colocando as séries em dia e tentando compensar a tristeza que a inexistência de um ser amado faz na nossa vida.
4) Visual do blog → Qualquer dia, quando não estiver no laboratório de informática da escola e estiver oficialmente liberada do castigo, vou dar uma ajeitada nesse layout caidinho, e vou arrumar alguém criativo como eu para me dar um help e escrever aqui também. Vai ficar legal. Espero...
5) American Idol → Acho que nunca vou perdoar os Estados Unidos pela maior burrice coletiva de escolha de vencedor de reality shows do planeta desde a escolha do Domini para ganhar o Big Brother brazuca. Sério. Foi simplesmente estúpdo. Final justa teria sido Haley Reinhart e James Durbin, isso sim. E James bem que perigava ganhar... E, se nem isso bastasse, até aguentaria uma vitória sofrível da Lauren, já que ela é tão fã de Carrie Underwood quanto eu, mas nem assim, né EUA? Erraram com o Daughtry, erraram com o Adam Lambert, com o Clay Aiken, com o Danny Gokey, com a Mamma Bowersox e com a Jennifer Hudson. AMERICA, Y U NO GET IT RIGHT?
Tão tá, né. Qualquer dia passo aqui. ^^
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