
Sabe quando você assiste a um episódio e se identifica com TUDO ali? Os personagens angustiados, o clima conflituoso e, nesse caso, a música, afetaram ainda mais meu mega duvidoso estado de garota-adolescente-apaixonada-pelo-melhor-amigo, no melhor estilo Rachel Berry. Portanto, não esperem uma review imparcial e mega-crítica. Vou meio que afundar as mágoas subliminarmente nesse texto...
Um dos artifícios mais atraentes e mais usdos de séries teens são, propositonalmente, romances. Uns funcionam, outros nem tanto, o resto de jeito nenhum. Pela primeira vez em muito tempo (tá, nem tanto) vi uma série com uma boa horda de casais e quase todos convincentes. Exceto, é claro, o composto por Will Schuester e sua esposa ridicularmente mesquinha e chata. Precisa comentar? Não? Sabia.
No desespero para ajudar o Glee Club, Rachel e Finn tiraram fotocópias dos flyers que montaram (só eu vi a Kelly Clarkson lá?) e foram, hã, "apreendidos" pela professora-capeta Sue Sylvester, numa tentativa infundada de destruir o Glee Club. De todas as estratégias dela, a de colocar "espiãs" no Clyub não é só absurdamente óbvia como absurdamente funcional. Mas duvido que a cheerleader patricinha vá conseguir o Finn de volta, porque ele é da Rachel, e ponto.
As músicas foram simplemente o melhor de um episódio fantástico. Morra, High School Musical. Zack Efron, Vanessa Hudgens e Ashley Tisdale que sejam esquecidos no limbo, por mim (se bem que a última é a única capaz de cantar sem estragar a vontade das pessoas de ouvir o resto do CD). Me surpreende que Glee ainda não tenha se tornado um hit entre os adolescentes por aqui...
A versão deles de "Gold Digger" foi muito cool. Melhor que a original, arrisco dizer. Já a "Take a Bow" em versão de Rachel faz Rihanna parecer só mais um rostinho bonito. A música que cantaram em grupo (cujo nome não me lembro, sorry) foi simplesmente genial. Quando Berry disse que iriam dar ao povo o que o povo queria (nesse caso, sexo) podia jurar que iriam cantar George Michael. Teria me sentido até melhor se soubesse a letra, mas encaixou-se perfeitamente no contexto dos relacionamentos.
Sobre Rachel e Finn, não posso deixar de fazer uma comparação com o triângulo Meredith - McDreamy - Addison em Grey's Anatomy. Finn tem um comprometimento com a cheerleader bitch (cujo nome eu esqueci, pfff), mas obviamente gosta de Rachel. E Rachel gosta dele tão desesperadamente que até tenta se inscrever pra cheerleader. E o beijo, foi simplesmente a coisa mais cute do episódio, que estava recheado de coisas cute. Interrompido esquisitamente, mas cute (queria um, mas minha determinação é limitada).
Já o quase-envolvimento de Will com a psicóloga com TOC (outra cujo nome eu esqueci) foi simplesmente a única coisa que me fez esquecer que ele estava um baita mala neste episódio. Além de punir (injustamente) Rachel, estava totalmente submisso à esposa maluca, ou seja - sob o controle de praticamente todos à sua volta, exceto talvez pela professora-terror.
Mas, bem, essas são só as divagações de uma mente shipper afetada pela imagem latente do amigo fofo que lhe dá bola. E vocês, o que acharam desse episódio?
P.S.: A professora-diabo interpretada pela Jane Lynch, mãe do Reid em Criminal Mnds, muito me lembra minha terrível professoa Regina. (vixi)
P.S.2: O Finn muito me lembra uma pessoa chamada Guilherme que, assim como Rachel quer que o quarterback seja para ela mais que o solista do Glee Club que canta com ela, eu quero que ele seja mais que o colega de sala (se ler isso, por favor manifeste-se - not)

1 comentários:
Aiaiai hein. Você e sua complicada vida romântica. kkkkkk brinks!
Esse episódio foi muito melhor que o primeiro. Tava divertido, delicioso e engraçado. Ah, claro, e musical!
"Gold Digger" e "Push It" foram demaaais. Ri muito na segunda.
È isso. Quero logo o próximo.
Até mais Gabi!
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